N3C – CHEFE DE EQUIPE TASK

COLLEGE logo ouulzuz5bjmzr81kuclu4fownjbifgn93o0qm36x62 - N3C – CHEFE DE EQUIPE
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NOTA: O nível INDUSTRIAL é desenvolvido a brigadas de emergência e equipes de resgates internas para uso de equipamentos automáticos e pré engenharia. Conteúdo programático e carga horaria, conforme análise de risco (NBR 16.710). Esse modulo poderá ser desenvolvido a qualquer momento.

N3C (Coordenador) – Chefe de equipe – 32 horas, 4 dias.

 

FORMAÇÃO DE RESGATISTAS PARA OPERAÇÕES DE RESGATE TÉCNICO EM ALTURA E ESPAÇOS CONFINADOS NÍVEL COORDENADOR – NBR 16710

 

PROGRAMA DE TREINAMENTO: O último módulo do Sistema COLLEGE apresenta todas as ferramentas necessárias para planejar, coordenar e liderar uma operação de resgate real. Chefes de Equipe (Coordenador) são os mais preparados indivíduos em casos de uma emergência vertical, pois apresentam total domínio de todas as técnicas e recursos aplicáveis para diferentes cenários e situações. Além disso, os alunos são submetidos a exercícios de liderança e coordenação de equipes. Este nível é indicado para profissionais com experiência e conhecimento técnico singular em resgate vertical.

OBJETIVO: N3C – Chefe de Equipe é o módulo final do sistema COLLEGE e visa a formação do aluno nos aspectos de movimentação de macas, coordenação e instrução. Ao final deste módulo o aluno será capaz de agir no gerenciamento e instruções de equipes.

 

CONTEUDO PROGRAMATICO:

 

  1. Normas regulamentadoras oficiais e normas técnicas brasileiras aplicáveis;
  2. Princípios de segurança de uma operação de resgate;
  3. Identificação dos riscos associados a uma operação de resgate;
  4. Avaliação de Riscos X Benefício em uma operação de resgate;
  5. Planos de emergência;
  6. Elaboração de pré-planos de resgate em altura e espaços confinados;
  7. POP – Protocolos Operacionais Padronizados;
  8. Noções gerais sobre SCI – Sistema de Comando de Incidente;
  9. Organização das equipes de resgate, atribuindo funções e responsabilidades para os componentes;
  10. Conhecimentos gerais sobre o uso de um plano de comunicações para operações de resgate, bem como utilização de diversos meios de comunicação e emprego de terminologia empregada como linguagem-padrão para emergência;
  11. Certificação dos equipamentos e sistemas de resgate, informações de carga e limites de uso;
  12. Seleção e uso correto dos equipamentos pessoais e coletivos de resgate;
  13. Organização, logística e transporte de equipamentos de resgate;
  14. Principais nós de encordoamento utilizados nas operações de resgate;
  15. Montagem de ancoragens simples, em serie, semi-equalizadas, equalizadas com nós de encordoamento para ancoragens;
  16. Montagens de dispositivos de ancoragem moveis têxteis;
  17. Montagem e instalação de dispositivos de ancoragens com uso de elementos de fixação mecânicos e químicos;
  18. Efeito dos ângulos formados pelas ancoragens na repartição de cargas;
  19. Conceituação das técnicas de progressão em corda solo para operações de auto-resgates;
  20. Execução dos protocolos de progressão em corda solo para subida, descida e mudança de direção;
  21. Execução dos protocolos de progressão em corda solo para passagem de fracionamento, de nó e de desvios subindo e descendo;
  22. Execução do protocolo de progressões em tirolesas horizontais ou inclinadas com uso do descensor Lov2;
  23. Execução dos protocolos de descida tensionada com ascensores e com descensor Lov2;
  24. Utilização do sistema de Vertaco;
  25. Meios de fortuna aplicados aos resgates com cordas;
  26. Fatores técnicos que afetam a eficiência de um resgate com corda e em espaço confiando;
  27. Conceituação de fator de quedas e força de Choque gerada por uma queda;
  28. Como se desenvolve a Síndrome do Arnés;
  29. Execução dos protocolos de auto-resgate em corda solo para passagem de fracionamentos e de nós descendo com vítimas suspensas;
  30. Execução de técnica de desbloqueio de vítimas suspensas nos equipamentos de progressão em cordas e sistemas de proteção individual contra quedas, através de intervenção rápida por meio de contra peso e/ou “Croll contra Croll”;
  31. Execução dos protocolos de auto-resgate em corda solo para elevação de vítima em corda tensionada com as técnicas de MAO e de Lov2 “in Punta”;
  32. Conceituação de macas STR Plus II, H_STR e Block II;
  33. Técnicas de movimentação básicas com macas de resgate;
  34. Técnicas de imobilização de pessoas lesionadas em macas, com ou sem imobilizadores de coluna ou membros;
  35. Instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia;
  36. Montagem e operação se sistemas de vantagem mecânica simples, composto e combinados;
  37. Operações de progressão vertical para resgate com dispositivo descida e resgate automático Unidrive;
  38. Métodos de resgate em altura e espaços confinados com emprego de sistemas de vantagem mecânica com bloco de polias, sistemas de pré-engenharia e dispositivos de descida e resgate automáticos;
  39. Instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia;
  40. Montagem de diferente tipo de STEF para variação de ângulo de suspensão de uma maca de resgate;
  41. Montagem e operação de tirolesas horizontal, inclinada e transversa para movimentação de macas;
  42. Montagem de tirolesas com desvios com e sem acesso;
  43. Operações de transferência de tirolesa para tirolesa;
  44. Montagem de sistemas de contra peso para movimentação de macas ou pessoas suspensas no cinturão;
  45. Operações de contra peso a partir do solo; contra peso vertical;
  46. Operações de transferência horizontal entre contra peso (Balanceo) e vertical entre contra pesos;
  47. Montagem e operação do sistema de movimentação vertical de macas na técnica poliam de reenvio móvel;
  48. Montagem do sistema de movimentação vertical de macas na técnica de D4 in Punta;
  49. Operações de resgate em altura com sistema de pré-engenharia Look Down;
  50. Operações de movimentação vertical de macas através da técnica de rapel guiado com uso de dispositivo de descida e resgate automático Unidrive;
  51. Inspeções de pré-uso e periódicas, cuidados básicos com os equipamentos de resgate;
  52. Identificação das condições de prontidão operacional, defeitos, danos ou desgastes dos equipamentos de resgate;
  53. Métodos de manutenção, acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate;
  54. Técnicas de uso de equipamentos de proteção respiratória aplicados nos resgates em espaços confinados.

 

VALIDADE: 2 anos

DURAÇÃO / CARGA HORÁRIA: O programa de treinamento Sistema COLLEGE – Nível 3C – Chefe de Equipe – Internacional possui a duração de 4 dias com carga horária total de 32 horas.

CERTIFICAÇÃO

Projeto de treinamento com carga horaria de 32 horas, em concordância com as normas NR33, NR35 do Ministério do Trabalho e Emprego – Brasil, normas NBR 16710, NBR 16577, NBR 14608, NBR 14276 da ABNT, NFPA 1006, NFPA 1670 e de acordo com os padrões do Sistema COLLEGE.

PÚBLICO-ALVO: Este módulo só pode ser desenvolvido por alunos aprovados no treinamento N2 – OARC há menos de 3 anos. É indicado para instrutores, líderes de brigada, líderes de equipes de resgate, profissionais que atuam na área de acesso por corda, trabalho em altura, segurança do trabalho, pré-hospitalar, bombeiros civis e bombeiros militares.

PRÉ-REQUISITOS

Maior de 18 anos.

Este módulo só pode ser desenvolvido por alunos aprovados no treinamento N2 – OARC (Líder) e com certificados dentro da validade, conforme NBR 16.710.

Serão aprovados aqueles candidatos que atenderem aos seguintes requisitos obrigatórios para provação do Sistema COLLEGE:

  1. Presença integral ao treinamento;
  2. Execução de todos os exercícios práticos propostos;
  3. Prova teórica com aproveitamento mínimo de 70%;
  4. Prova prática com aproveitamento de 100%.

IMPORTANTE: A presença integral e a execução de todos os exercícios práticos propostos são pré-requisitos de habilitação para as avaliações teóricas e práticas.

CONDICIONAMENTO FÍSICO: É recomendável aos participantes possuírem um bom condicionamento físico compatível com os esforços físicos exigidos para o desempenho dos exercícios práticos obrigatórios contidos no programa. Os participantes deverão declarar que não possuem qualquer restrição de ordem física ou problemas de saúde e psicossociais que possam colocar em risco a sua performance durante todo o programa.

DESENVOLVIMENTO E COORDENAÇÃO: TASK 

INSTRUTORES: Equipe TASK ACADEMY

Segurança em Primeiro Lugar.

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