Você sabia que o capacete de segurança é um item obrigatório em locais onde haja riscos e seu maior objetivo é proteger a cabeça e o crânio contra impactos causados pela queda de objetos e materiais?

Os capacetes de segurança compõem uma importante linha de equipamentos de proteção individual. E essa linha é capaz de evitar estes acidentes, provenientes, principalmente, de quedas ou perfurações.

De acordo com Ricardo Perez, CEO da TASK, “o uso do capacete é obrigatório em diversas funções e deve ser exigido pelos empregadores e também pelos empregados. Toda empresa séria tem que oferecer esses equipamentos aos seus colaboradores”.

 

Normas

Além de incentivar o uso do EPI, descrito na NR 6 EPI – Norma Regulamentadora de Equipamento de Proteção Individual –, empresas da construção civil devem disponibilizar gratuitamente aos funcionários.

Em 1983 começou um processo de normatização do uso do capacete. Esse processo continua em constante evolução no Brasil. A NBR 8221, modificada em 2015, hoje, está em fase de reavaliação. A atual revisão da norma compreende o aperfeiçoamento do Equipamento de Proteção Individual, desenvolvido em materiais cada vez mais resistentes, leves e confortáveis.

A NBR 8221 foi baseada na norma norte-americana ANSI (American National Standards Institute) e utilizava uma placa de alumínio tipo brinell no topo da cabeça de ensaio para avaliar a força de impacto.

 

Proteção

A proteção do trabalhador, de acordo com a Norma Regulamentadora nº 6, é feita por três diferentes aspectos de segurança:

a) capacete de segurança para proteção contra impactos de objetos sobre o crânio;
b) capacete de segurança para proteção contra choques elétricos;
c) capacete de segurança para proteção do crânio e face contra riscos provenientes de fontes geradoras de calor nos trabalhos de combate a incêndio.

8 - CAPACETES SÃO OBRIGATÓRIOS E SALVAM VIDAS!

Segundo a Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, a ausência de capacitação, treinamento e equipamentos adequados faz com que algumas construtoras cheguem a pagar até R$ 1 milhão por mês em indenizações causadas por acidentes de trabalho.

Estudo encomendado pelo Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci-SP), junto ao Instituto de Ensino e Pesquisa Armênio Crestana (Iepac/Seconci-SP), reforça essa afirmação.

O estudo revela, ainda, que contusões, entorses, traumatismos e ferimentos são a causa de 13% do afastamento de trabalhadores da construção civil. O levantamento ocorreu em cima de atestados médicos, ou seja, de dados reais.

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